
Hoje escrevo-te com esta estranha sensação de estar a viver num presente eterno.
Eterno por durar há já tanto tempo (ou pelo menos assim parecer...)
Eterno por ser já tão conhecido (apesar de, por vezes, ainda confundir sonhar e viver...)
Eterno por ser, mesmo assim, ainda tão imprevisível...
Hoje escrevo-te perfeitamente consciente da violência das escolhas que têm que ser feitas. Porque sei que toda a escolha é uma renúncia. Toda a decisão é o recusar definitivo de qualquer outra possibilidade.
Hoje escrevo-te, mais uma vez...
Talvez porque hoje eu já saiba que toda a posse implica um renunciar aos objectos que não possuímos.
Eterno por durar há já tanto tempo (ou pelo menos assim parecer...)
Eterno por ser já tão conhecido (apesar de, por vezes, ainda confundir sonhar e viver...)
Eterno por ser, mesmo assim, ainda tão imprevisível...
Hoje escrevo-te perfeitamente consciente da violência das escolhas que têm que ser feitas. Porque sei que toda a escolha é uma renúncia. Toda a decisão é o recusar definitivo de qualquer outra possibilidade.
Hoje escrevo-te, mais uma vez...
Talvez porque hoje eu já saiba que toda a posse implica um renunciar aos objectos que não possuímos.
Começo a concluir
que o bom de existir um cordão invisível
com cordas de material resistente,
é a sua força...
elas não cedem às adversidades..e,
às vezes,
ele dura uma vida.
Atiro a máscara para o chão. (contigo não é difícil...)
Sinceramente, há muito tempo que sei que já não vale a pena.
Não vale a pena usá-la... não consegue esconder os sorrisos que te amam.
Aproxima-se uma data importante ...
Uma decisão que excluiu todas as outras,
A decisão!
Que me fez voltar a SORRIR!
PLIM
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