Monday, March 31, 2008

Rendi-me

Foto de Graça Loureiro

Porque me rendi a esta foto.

E quantas vezes me sinto assim, sem saber explicar a bola de ar que roda e roda e roda às voltas da minha barriga e, foi precisamente agora, ou melhor, há 1 minuto atrás, que identifiquei esta coisa, este sentimento.

O querer tocar-te quando... estás do outro lado do espelho.

Mala de viagem


Regresso assim do Alentejo.

Com o corpo e a alma cheios de cor.

E com um novo coração verde alface.

O nosso coração verde alface, todo entrelaçado de um material que parece madeira. ou será plástico a imitar a madeira? Não sei.... mas é verde alface. Sim, tu sabes que é a minha cor favorita.

Apetece-me leva-lo comigo para Paris. Vou pô-lo na lista das coisas a incluir na mala de viagem. Já que não podes ir comigo, levo o nosso coração e levo-te no meu coração.

Eu tenho um amor verde alface.

Eu tenho um amor alface verde.

Verde amor tenho eu.

Tenho amor.

Tenho-te.

Friday, March 28, 2008

COR


Vale a pena ver
castelos no mar alto
Vale a pena dar o salto
pra dentro do barco
rumo à maravilha
e pé ante pé desembarcar na ilha
Pássaros com cores que nunca vi
que o arco-íris queria para si
eu vio que quis ver afinal


É tão bom uma amizade assim

Ai, faz tão bem saber com quem contar

Eu quero ir ver quem me quer assim

É bom pra mim e é bom pra quem tão bem me quer


Vale a pena vero mundo aqui do alto
vale a pena dar o salto
Daqui vê-se tudo
às mil maravilhas
na terra as montanhas e o mar as ilhas
Queremos ir à lua mas voltar
convém dar a curva
sem se derrapar
na avenida do luar


Letra de Sérgio Godinho
Música de Jorge Constante Pereira
Apeteceu-me!
PLIM

Aposta


E a minha nova aposta é... tcham nannnnnnnnnnnnnn... VIVA FIT!
Ora aí está o ginásio só para meninas, onde libertar o stress e queimar umas calorias não custa assim tanto...

Realmente o que se pode fazer em 1 hora de almoço excedeu-me os pensamentos formatados... ok, confesso que estico um bocadinho a corda do tempo, mas sempre na medida do aceitável.

E hoje, 6a Feira, venho para o escritório com uma alegria do tamando do mundo..


e só nós duas é que sabemos! ....


SUPER SORRISO PARA TOD@S, E APROVEITEM BEM O DIA COM MUITA ALEGRIA!

Thursday, March 27, 2008

Love, Love, Love.


O presente é a grande folha onde escrevemos.

José Luís Peixoto

Wednesday, March 26, 2008

Le Crazy Horse



Ora aqui está a minha próxima viagem!

E apesar de já ter visitado Paris, tinha eu 18 aninhos, nada melhor que ser tudo patrocinado p´la empresa.... e viagem por mim organizada... checkem só bem os restaurantes onde os turistas vão manjar.... pouco bom, é é!

2 ABRIL – LISBOA/PARIS

Comparência no Aeroporto da Portela 2horas antes do voo.
Assistência nas formalidades de embarque.
Partida no voo TAP 432 àsX com destino a Paris/Orly.
Chegada ao Aeroporto de Orly.
Formalidades de desembarque.
Transporte privado para o Hotel.
Chegada e distribuição de alojamento.
Em hora a combinar localmente, saída do Hotel para almoço, no Hard Rock Paris.
Pequeno passeio por Boulevard Montmartre e p´la Avenue Champs Elysées.
Ida até ao Cabaret “Le Crazy Horses Paris” para assistir ao espectáculo.
Realizar-se-á de seguida, um jantar no restaurante Chez Francis Gold.
Possibilidade de saída para a noite de Paris.

3 ABRIL – PARIS

Pequeno Almoço buffet.
Manhã livre.
Almoço em hora a combinar localmente.
Saída para almoço no restaurante Music Hall
Após o almoço, efectuaremos a visita panorâmica da cidade, destacando-se: a Catedral de Notre Dame, obra prima da arte gótica; o bairro latino; a Sorbone; o Panteão de homens ilustres; a Capela dos Inválidos onde se encontra o Mausoléu de Napoleão; o Palácio e jardins de Luxemburgo; a Torre Eiffel, símbolo de Paris e da França; a Praça da Concórdia; o Arco do Triunfo; a Praça de Vandôme, a Ópera Garnier e ainda um passeio pelo rio Sena nos famosos Bateaux Mouche.
Desfrute da maravilhosa cidade das Luzes!

À noite, jantar no restaurante Bel Canto.

Noite Livre.

4 ABRIL - PARIS/LISBOA

Pequeno Almoço buffet.
Dia Livre para actividades de carácter pessoal e ainda para descobrir outros encantos de Paris.
Em hora a combinar localmente, saída para o Aeroporto de Orly em Transporte Privado.
Formalidades de embarque e partida em avião TAP com destino a Portugal.
Chegada ao Aeroporto da Portela e Fim da viagem.

DIAS SEGUINTES:

Troca de Fotografias.

E já falta pouco.....

Tuesday, March 25, 2008

That simple.


E é basicamente isto:

I' m falling even more in love with you.

É isto.

Assim.

That simple.

Parabéns a NÓS Amor!

Monday, March 24, 2008

Portel







46 jogadores da Escola de Futebol Juve Kids estiveram na 6a Feira passada, presentes em Portel, onde participaram num convívio para escolinhas organizado naquela simpática localidade Alentejana.

O relvado sintético recebeu para além dos Juve Kids do Juventude Sport Clube jovens da Vidigueira, Portel e também do Benfica. Salienta-se que o JuveKids mais pequeninos venceram ao SL Benfica!!! Ah pois é!!! =)

Pensava eu que ía na organização com o papel de não deixar "fugir" nenhum menino da bola, quando dei por mim a orientar uma equipa, com idades entre os 5 e 6 anos... bonito! Ela apertou atacadores das chuteiras, ela vestiu e despiu calçonetes, ela pôs as caneleiras, ela inventou exercícios de aquecimento, ela mandou pirotos para dentro de campo.... e a verdade verdadinha é que a equipa dela empatou um jogo e ganhou os outros dois...!

Foi giríssimo descer à infancia e recordar os tempos em que estar sem os papás uma manhã dá uma saudade interminável.

Não tivesse a agenda semanal já tão ocupada e... as manhãs de sábado passariam a ser dedicadas ao meninos da bola!

A repetir.


Obrigada Amor =)
O que me divirto contigo...

Thursday, March 20, 2008

Feliz PáscoA



FeLiz PásCOa a tod@ S


É tempo de Amor.
Muito Amor.
Amor.
Amor.
Amor.
Amo.
Am.
A.

GENIAIS



Quintento dos Sorrisos
Simplesmente...
AMIGAS GENIAIS!

Wednesday, March 19, 2008


Há dias assim. Brancos. Suaves. Calmos.
Há momentos de tranquilidade que mais parecem correntes de Claves de Sol.
Há momentos que se recordam e se sentem,
Há, há, há.

Tuesday, March 18, 2008



A saudade tem a cor dos meus olhos
afastados dos teus.

Monday, March 17, 2008

New Toy - MacBook Pro





Tenho um novo brinquedo, tenho um novo brinquedo... e agora....só quero tempo para brincar com ele!
Porque já o andava a namorar há uns meses.... e não consegui resistir mais!
É tãããããããõ lindo..... e, verdade, verdadinha... só não durmo com ele para não correr o risco de acordar com uma lagartinha a subir p´la testa acima! =P
yupi yupi ai ai ....

Friday, March 14, 2008

Feist


Feist regressa a Portugal este ano para dois concertos, um no Porto e outro em Lisboa. Os concertos desta menina que tem uma delícia de voz, estão agendados para dia 10 de Junho no coliseu do Porto e dia 11 na Aula Magna, em Lisboa.

até lá, então.


Take me any where
With you
Take me in your care
With you
Take me any where
With you
Take me anywhere
With you
I'm still true

Feist

Descolar-me.


Como é que te chamas?

Começo por pensar que todas as pessoas são iguais. Talvez por comodidade, talvez por segurança, começo por supor que todas as pessoas, na sua infinita variedade de passados, presentes e futuros, são iguais. É partindo desse pressuposto que digo nós. Não o nós de apenas eu e tu, não o nós de país ou língua, mas o nós meu, teu e deles, de países e línguas, de todos aqueles que não nos estão a ouvir.

E digo: nós temos um mundo no nosso interior.

Digo: é fascinante a história de tudo aquilo que fomos, que passou e que nunca foi esquecido porque nunca foi identificado.

Sem que nunca tenha sido arquivado de uma forma consistente, catalogado ou sequer registado, acabamos por chamar caos ou alma a esse mundo. Na fila do supermercado ou numa esplanada, Junho, acabamos por chamar-lhe pensamento. E mesmo durante o instante em que dizemos essa palavra, pen-sa-men-to, somos assaltados por uma sucessão de frases, sobrepostas às vezes, ou por imagens, ou por melodias, ou por palavras soltas, ou por tudo isto, sobreposto, misturado, em luta ou em harmonia.

Onde é que nos encontrámos antes?

Tiramos fotografias para vermos quando formos mais velhos, para não esquecermos. Nesse mundo que existe por trás dos olhos, é impossível tirar fotografias. É impossível filmá-lo. As palavras são insuficientes porque variam consoante a voz que as canta. As palavras escritas, a verem-nos desde o papel, são muito diferentes daquelas que, dentro de nós, se desfazem. Às vezes, são como pássaros mortos na palma da mão. Outras vezes, são como a sua sombra. E, no entanto, escrever é falar para esse interior. Coloca uma ponte entre palavras e palavras, irmãos que se encontram. As palavras escritas no papel atravessam a pele e são despejadas directamente, com um ritmo, nesse mundo sem fronteiras que cada um de nós transporta. São como soldados a saltarem da parte de trás de um camião. Seriam necessárias muitas reticências se conseguíssemos escutar cada pormenor desse interior. É neste ponto que se coloca o problema da atenção. Temos olhos e, quanto à atenção, acontece o mesmo de quando olhamos para a distância e, a partir de certa altura, os contornos fogem dos objectos. Nesse nosso mundo/caos/alma, suponho que exista também uma distância: imagens que passam lá muito longe, por trás destas que passam logo aqui, palavras que passam onde apenas conseguimos ver vultos.

Gosto da cor dos teus olhos.

Mergulhar no pensamento pode ser como mergulhar em contos infantis, podemos ser uma espécie de Alice deslumbrada. Podemos também encontrar masmorras e prisões perpétuas. Depende daquilo que procurarmos. Mais incrível do que não termos sempre esta consciência de nós próprios é o tão pouco que temos esta mesma consciência em relação aos outros. Está uma mulher sentada à nossa frente no autocarro, está o nosso pai, estás tu, e não somos sempre capazes de imaginar que, depois do rosto, ou sobre o rosto, invisível, está um choque frontal de palavras, está uma intermitência de frases, está uma imagem fixa, melodia, timbre de voz, etc. Apesar de já ter sido usado neste texto, pensamento parece-me um termo desadequado porque implica atenção. Estas palavras e imagens e melodias organizam-se em enxame. Mesmo quando oferecemos a atenção ao mundo, elas continuam lá, dentro de nós como se estivessem à nossa volta.

Posso tocar-te os lábios?

Cada palavra escrita alimenta-se dessas muitas palavras que a formam, cada palavra escrita é uma condensação. Cada palavra dita é feita da organização dessas palavras, mesmo que. Mesmo que, por vezes, se interrompam.

Posso soprar-te os lábios?

É agora que pergunto: o que é a memória? Um sentido poderia defender que as palavras e as coisas que nos constituem seriam viajantes, seguiriam movimentos – um pouco como os cometas, os astros. Desse modo, talvez fosse possível estabelecer um cálculo que pudesse prever cada ideia, palavra, imagem, etc. Seria assim, fácil, não fosse a circunstância de esse mesmo mundo existir com outro, depender dele – aquele que tem árvores, cidades e lugares concretos, aquele que está à nossa volta. Esse mundo que chamamos quando dizemos mundo e que, no entanto, é o encontro de todas as nossas solidões. Porque, mesmo que não procuremos palavras, acabamos por desconfiar que a incomunicabilidade absoluta existe, até entre nós e nós próprios. Ainda assim, somos capazes de encontrar muitas justificações para continuar os mesmos equívocos, para sermos incertezas vestidas de fatos, gravatas, ou tailleurs, escolhidos segundo critérios que aprendemos. Construir sistemas foi a parte mais fácil da nossa tarefa. Encontrar nome para os seus significados será outra das partes. Até lá, essas definições permanecerão enterradas por baixo daquilo que apenas podemos suspeitar quando nos detemos perante um horizonte ou perante uma cena de devastação. Olhar dessa maneira é um sentido que pertence às crianças, como a reflexão verdadeira é um sentido que pertence aos anciãos. Por isso, somos crianças paradas no extremo de um miradouro, de um cabo sobre o oceano. Tentamos imaginar o universo. Tentamos imaginar o infinito sem conseguirmos perceber que, no infinito do universo, existe um número infinito de mundos, todos eles infinitos em si, comportando mundos infinitamente. Depois, nos intervalos dessa incapacidade, encontramo-nos e somos funcionais. Cumprimentamo-nos à chegada e despedimo-nos à partida. A civilidade existe para nos guiar mas, ao mesmo tempo, acaba por nos desviar de nós próprios, acaba por dificultar que nos aproximemos de dizer aquilo que é evidente apenas para cada um de nós. Não é difícil concluir que são muito mais as palavras que não podemos dizer do que aquelas que conhecemos.

Há fronteiras que ainda não sabemos ultrapassar, que estão connosco, que são nós.

Posso beijar-te?
José Luís Peixoto

Li há minutos este excerto enquanto navegava, divagava.... e agora apetece-me fazer gazeta, ir até uma esplanada na praia e afundar-me nos meus livros, que estão em fila de espera... anseio tempo para mim e para eles.... aqueles momentos nossos em que a imaginação me faz viver e sentir a pele das mais variadas personagens, descolar-me do meu umbigo e sonhar.


... para mim, serás sempre o príncipe, a criança que me mostrou as árvores...

Thursday, March 13, 2008

roendo unhas, contando até 18!


Até agora.

Eu.

Porque a vida, é um labirinto e vivo a sorrir com ela... umas vezes para o lado "torto" mas, com coragem os sorrisos estão a indicar o caminho certo... há 18 vezes 29 ou 30 ou 31 !


18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18,18...
Porque gosto de me encruzilhar ctg.
Bunny.
you& me

Monday, March 10, 2008

Great Feelings II


You know I dreamed about you for twenty-nine years before I saw you.
You know I dreamed about you.
I missed you for twenty-nine years.
(The National)
Or... twenty-five years...

Apaga as estrelas, vem dormir comigo no esplendor da noite do mundo que nos foge.
(Al Berto)

In Love..
Miss you.

Great Feelings




Sábado à tarde.
Inauguração da Exposição da amiga Constança

Jantar entre amor e amigos...

E...
só nós duas é que sabemos... =)

Porque hoje sinto-me nas nuvens... porque 2 dias contigo e, com os meus amigos, dão-me energia para viver a cada momento com aquele sorrisinho "tonto" na cara!


Great Feelings ! ! !

Friday, March 7, 2008

"Felizmente não é Natal"


"Felizmente não é Natal", comédia do catalão Carles Alberola, estreou ontem no Centro de Artes Dramáticas de Oeiras, no Auditório Eunice Munoz, bem.


No elenco, dois “monstros sagrados” do nosso teatro: Lourdes Norberto e Manuela Maria, acompanhados por Paula Lobo Antunes e Álvaro Faria.


Só poderá ser uma lição da arte de representar...


"Felizmente não é Natal" terá mais três representações no Centro, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, às 21:30, nos dias 2 e 3 de Março e às 17:00 no dia 4.

Inicia depois uma digressão que levará o espectáculo aos Açores e ao Porto, regressando a Oeiras, para mais uma série de representações entre Abril e Junho.


Amanhã lá estarei, primeiríssima fila na magia de uma das artes que mais me fascinam.

Obrigada Mana por te lembrares sempre da mana e lhe ofereceres bilhetinhos para o Teatro =)

Ele há boas amigas.....!!!! Há, Há !!!


Wednesday, March 5, 2008

ora aqui está... a GRANDE!




Meu amor
Não quero mais palavras rasgadas
Nem o tempo
Cheio de pedaços de nada
Não me dês
Sentidos para chegar ao fim
Meu amor
Só quero ser feliz


Meu amor
Não quero mais razões para apagar
O que nasce
E renasce e nos faz acordar
A loucura
Faz medo se for medo o teu chão
Mas é ar e é terra
Dentro do coração
É ar e é terra dentro do coração

Meu amor
Não quero mais silêncio escondido
Nem a dor
Do que cai em cada gesto ferido
Quero janelas abertas
E o sol a entrar
Quero o meu mundo inteiro
Dentro do teu olhar
Eu quero o meu mundo inteiro
Dentro do teu olhar

E hoje , vê
A estrada é feita pra seguir
E hoje, sente
A vida é feita de sentir
E hoje vira do avesso o mundo
E vê melhor
Deste lado é mais puro
É teu
É tão maior
Deste lado é mais puro
É meu
É tão maior


(Mafalda Veiga, claro!)
( quase ) missão cumprida... :)